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29 de fev de 2012

Projeto de homenagem ao músico Tanaka na Câmara

Depois de uma votação online e uma petição pública assinada por 41 pessoas, o projeto de homenagem ao músico Tanaka chega à Câmara dos Vereadores. Veja em: http://blogdoronco.blogspot.com/2012/02/vereador-apresenta-projeto-que-podera.html

A idéia da homenagem partiu do ex-morador de Dourado, Heitor Domingues Failla Junior. 
Foto histórica da "Corporação Musical" de Dourado!
Comemoração do aniversário da cidade, em 1962.
Foto gentilmente cedida por Antônio Demeti, o Déo.
Mesmo se o Coreto não está em sua "melhor forma", não é argumento para se dar um passo atrás. Ao contrário, é uma oportunidade para dar vida nova a esse equipamento urbano. E claro, prestar uma justa homenagem ao músico Tanaka.

Leia a petição pública:


"Os cidadãos brasileiros abaixo-assinados, residentes no município de Dourado (SP) vêm, por este meio, requerer a Vossas Excelências que se faça uma justa homenagem ao cidadão e músico douradense sr. Enéas Gonçalves - mais conhecido como Tanaka - dando seu nome ao coreto da Praça da Matriz. 

Essa proposta, que nasceu de uma iniciativa popular, teve grande apoio numa votação informal realizada pela internet. Espontaneamente, 213 pessoas votaram a favor da homenagem; 11 votaram contra e 1 se absteve. Além disso, ela tem aspectos importantes no que diz respeito a valorização do patrimônio material e imaterial da cidade. 

Patrimônio imaterial: a proposta se junta aos esforços da Prefeitura no sentido de valorizar e incentivar a tradição da Banda Marcial em Dourado. Uma tradição que começou há décadas, que permanece e que deve continuar no futuro. Homenagear um legítimo representante dessa tradição - o sr. Tanaka - ajuda a perpetuá-la e tem papel educativo. 

Partrimônio material: como a Igreja Matriz, o coreto está na região da escola Senador Carlos José Botelho (tombada) e faz parte da paisagem reconhecida como patrimônio pelos cidadãos e pelo CONDEPHAAT. É um elemento típico das cidades brasileiras que nasceram entre o fim do século XIX e início do XX. É testemunha de como se vivia em épocas passadas e pode ser útil para atividades atuais. Dar o nome do sr. Tanaka ao coreto destaca seu valor patrimonial e ajuda a preservá-lo. Pedimos também que se faça a devida manutenção e preservação do prédio em questão. 

Assim, esperamos que as autoridades sejam sensíveis a esta demanda popular e tome as providências necessárias para oficializar esta homenagem que só trará benefícios ao homenageado, aos cidadãos e ao município. 

Na forte convicção de sermos atendidos, encaminhamos este documento assinado por todos os interessados. 

Os signatários".

Medidas para a Humanização do Tráfego - A Cidade que Queremos

Está disponível no site http://www.vias-seguras.com/ uma apresentação sobre "medidas para humanização do tráfego - a cidade que queremos", realizada no âmbito do SIMBA PROJECT.

Esse trabalho tem como "objetivo de divulgar, junto aos municípios, soluções técnicas para a humanização do trânsito".

Suas "premissas são baseadas nas necessidades de:
  • Facilitar o acesso às praças, equipamentos públicos e logradouros específicos à maior parte da populacão;
  • Recuperar e ampliar de áreas verdes;
  • Propiciar a permanência e incentivar o convívio social nos espaços públicos;
  • Induzir a preocupação permanente com a preservação do patrimônio histórico e cultural;
  • As medidas deverão estar orientadas segundo o uso predominante do solo lindeiro."
(note que "alargmento de ruas" e "dar prioridade ao uso do automóvel" estão FORA dos objetivos)

O trabalho mostra ainda "exemplos de medidas de humanização em:
  • Áreas escolares;
  • Ciclofaixas;
  • Centros Históricos;
  • Travessias Urbanas;
  • Centros de Cidade;
  • Vias de Tráfego Intenso;
  • Áreas Residenciais;"
e, exemplos das aplicações de "soluções de moderação de tráfego".

25 de fev de 2012

Estação 34 - Uma Homenagem Natalina à Douradense

Vejam no blog "Lugar do Trem" um post especial e completo sobre o presépio do conhecido marceneiro douradense Wilson Aparecido Dictoro, o "Gudo".


Clique no link abaixo para ver muitas outras fotos e ler o texto do sr. José Alfeo Röhm sobre o presépio:


A locomotiva número 1, pintada na parede pelo artista plástico Luciano Castelucci


Foto noturna do presépio do Gudo, janeiro de 2012. Fonte: Lu Mascaro

24 de fev de 2012

Candidatos a prefeito que não oferecem opções para ciclistas não merecem voto


Segundo o comentarista, o candidato que não tiver propostas "para tornar o uso da bicileta inteligente e seguro na cidade (...) não merece o voto do eleitor, esse cara está desconectado da realidade"

Face aos imensos problemas de trânsito, poluição, acidentes etc., questões ligadas ao uso da bicicleta, de fato, estão na ordem do dia

Em Porto Alegre (RS), o "1° Forum Mundial da Bicileta" acontece de 23 a 26 de fevereiro de 2012. 

"O primeiro Fórum Mundial da Bicicleta, que acontecerá em Porto Alegre de 23 a 26 de fevereiro de 2012, é um espaço para discutir o futuro das cidades e o papel da bicicleta nos âmbitos social, econômico, ambiental, esportivo e cultural. A iniciativa partiu da reunião de moradores de Porto Alegre que utilizam a bicicleta para a prática do esporte, transporte urbano, lazer, bem como empresários do setor de comércio e serviços.

A data para o Fórum Mundial da Bicicleta foi escolhida em virtude do aniversário de um ano do atropelamento intencional que ocorreu contra os participantes da Massa Crítica de Porto Alegre, em 25 de fevereiro de 2011, que gerou manifestações de solidariedade em diversas cidades do mundo e vem fomentado a discussão sobre a violência no trânsito." Clique aqui para continuar lendo. 

Justiça Global lança panfleto sobre problemas da Copa 2014

Do site "Direito à Moradia"

"A Justiça Global divulgou em novembro um panfleto síntese do que a ONG tem observado sobre os impactos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil." 

Clique aqui para aumentar a imagem:

"Estão dizendo que a Copa do Mundo é bom negócio para o país. Será mesmo?"
Fonte: http://direitoamoradia.org/wp-content/uploads/2011/11/panfletojg.jpg
Entre os problemas ligados às cidades e destacados no panfleto estão:

  • especulação imobiliária
  • despejos e remoções de famílias
  • prejuízos ao meio ambiente
Sobre despejos e remoções, assista:

23 de fev de 2012

Carros crescem 10 vezes mais que população!


Como resultado, trânsito e poluição pioraram. Especialistas dizem que a principal solução para o quadro são investimentos em alternativas de transporte público de implantação rápida.

Reportagem de ADAMO BAZANI – CBN

Fonte: 

Que o ABC Paulista é capital nacional do carro, todos sabem pela concentração das indústrias do setor automotivo. Mesmo com a abertura de unidades em outras regiões, a maiores montadoras instaladas no Brasil permanecem com plantas nas cidades do ABC. Mas a região tem assistido a um outro fenômeno em relação ao carro. Clique aqui para continuar lendo.

Favela dos Ricos

Moradias de luxo em área de encosta na cidade de Braga, Portugal, é objeto de um estudo desenvolvido na Universidade do Minho pelo geógrafo urbano Miguel Bandeira, pelo sociólogo Carlos Veiga e pela arquiteta Patrícia Veiga.

Problemas tais como os descritos abaixo são apontados pelo estudo: 
  • a destruição da vegetação exuberante da Serra do Espinho para implantação do loteamento, 
  • a falta de preocupação com arborização em projeto, 
  • as altas temperaturas no verão, 
  • os conflitos entre vizinhos por causa obstrução das vistas ou invasão de territórios, 
  • a desvalorização dos imóveis e do patrimônio próximo (Santuário do Bom Jeusus)  
  • a interferência negativa sobre o trânsito 
  • a ausência de relações de vizinhança e sentido de comunidade
Fonte: http://socioaprendiz.blogspot.com/2009/03/favelas-dos-ricos.html
Leia abaixo a reportagem completa do Jornal de Notícias, de 2009-02-17:

Favela dos ricos vai tornar-se "repulsiva"
Estudo da Universidade do Minho sobre Bom Jesus é demolidor

DENISA SOUSA

O crescente "enfavelamento" das urbanizações de luxo na Encosta do Bom Jesus pode tornar o local "repulsivo" e até "conflituoso". Este é o alerta preliminar de um estudo desenvolvido na Universidade do Minho.

A investigação, que junta o geógrafo urbano Miguel Bandeira, o sociólogo Carlos Veiga e a arquitecta Patrícia Veiga, vai estender-se também à Encosta da Penha, em Guimarães, e ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, naquele que pretende ser um contributo para o ordenamento do território, a partir doNoroeste.

Numa primeira fase, foi estudado o fenómeno de Braga naquela que ficou conhecida como a "favela dos ricos", devido à predominância de moradores. As conclusões preliminares são demolidoras.

"Ao aumentar o enfavelamento, começam já a surgir litígios entre os vizinhos. Mais construção significa mais caos e, ao tapar as vistas ou invadir o território do outro, a mais-valia que levou à escolha daquela área desqualifica as expectativas dos primeiros locatários", explica o geógrafo urbano, que acusa ainda a proliferação de vivendas de segunda linha, em banda, que surgem de uma cada vez mais elevada densidade de construção.

"Onde cabe, constrói-se. Tudo isto vai gerar níveis de conflitualidade, tornando-se até repulsivo para os que lá moram", prevê, relembrando que o projecto científico, desenvolvido a partir de 50 inquéritos não tem um objectivo "moralizador", mas pretende ser um alerta académico para os decisores no que toca à deterioração previsível da qualidade de vida na colina, já por si acusada de ter arrasado um dos poucos pulmões da cidade.

A "favela dos ricos", caracterizada pela construção assente em antigas quintas, cujo cadastro de caminhos rurais foi mantido, mostra já os seus efeitos negativos, com a confusão na gestão do tráfego. "Já não circulam por aqui tractores, o desenho das ruas devia ter sido pensado", diz. Há também riscos inerentes a ter em conta, nomeadamente a pavimentação de uma linha de água, que poderá ser "terrível", no caso de um desastre natural.

Os autores referem que a construção naquela área teve custos sociais, para fazer chegar ali acima o saneamento, a luz, o que por si só justificaria um planeamento cuidado. Equação que devia estender-se às preocupações ambientais. Os moradores, maioritariamente na casa dos 50 anos, filhos de uma geração de operários, têm "bons salários", e conseguiram a ascenção social à custa de uma carreira. Conceberam eles próprios as casas (com áreas superiores a 350 m2), "subjugados à imagem e não à eficiência". "Os arquitectos apenas cumpriram o que foi idealizado. Não houve sensibilidade ambiental na concepção. Por exemplo, os jardins de tipo canteiro não compensam a perda da vegetação exuberante da Serra de Espinho", continua.

Para Carlos Veiga, o fenómeno de migração para as colinas, e consequente abandono do centro urbano, promove uma certa "cultura de isolamento". "Não há relações de vizinhança, nem sentido de comunidade. Devido ao capital escolar dos moradores, 80% dos quais são licenciados, podia haver um certo rendimento para a freguesia, mas não se verifica", esclarece.

17 de fev de 2012

Bicicleta e a mudança da cidade

Estação Santa Clara, projeto Bike Rio. Foto: Gustavo Rambini/Divulgação.
Fonte: 
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joseluizportella/1049443-bicicleta-e-a-mudanca-da-cidade.shtml

Bicicleta e a mudança da cidade

Por José Luiz Portella, colunista da Folha.com 

"Que bom! Vamos quebrar a inércia da cidade. Em São Paulo, a inércia é reclamar da cidade. Ela tem problemas. Vários. Mas tem coisas boas. As pessoas não vêm para cá só por conta das oportunidades de emprego. Têm uma energia construtiva e criativa que fazem a diferença e compensam em grande parte as agruras que existem. E que poderiam ser menores.

A notícia é que vem mais bicicleta por aí. Um banco pretende patrocinar, como já o faz no Rio de Janeiro, uma frota de 3000 bicicletas, distribuídas por 300 pontos na cidade. Esses pontos serão em estações de metrô onde já existem dezesseis centrais de um outro projeto, do Instituto Parada Vital, estações de trem, terminais de ônibus e pontos no interior dos bairros. Que é uma grande e saudável novidade.

Mais um passo para chegarmos a uma infraestrutra cicloviária em São Paulo. Que está só começando. Houve atraso histórico imperdoável, como o do metrô, que só rodou em 1974, mais de 60 anos depois de Buenos Aires" (clique aqui para continuar lendo)

Villo, sistema de locação de bicicletas da Região de Bruxelas Capital.
Fonte: http://www.6ecolo.com/article-en-2011-demandez-villo-a-votre-patron-64760576.html

16 de fev de 2012

Araraquara quer se tornar referência em mobilidade


Araraquara quer se tornar referencial em transportes com corredores de ônibus. Parceria foi firmada entre USP e Prefeitura para realizar estudos sobre mobilidade e inclui ciclovias e mais respeito ao pedestre.

ADAMO BAZANI – CBN

Araraquara, no Interior Paulista, já foi referência em transportes quando operava um dos sistemas de trólebus de maior destaque do País, entre os anos de 1950 e início dos anos 2000. Mesmo sem a volta dos ônibus elétricos, Araraquara quer voltar a ter o status e deve investir em corredores de ônibus, ciclovias, melhorar tratamento aos pedestres e modernização na sinalização de trânsito. Para isso, foi formada uma parceria entre a USP em São Carlos, também no Interior Paulista, e prefeitura de Araraquara. Foto – Arquivo da CTA – Companhia de Tróleibus de Araraquara. Fonte: http://blogpontodeonibus.wordpress.com/2012/02/08/araraquara-quer-se-tornar-referencia-em-mobilidade/ 

Corredores exclusivos para ônibus com o objetivo de priorizar os transportes públicos e deixar as viagens mais rápidas e confortáveis, ciclovias para estimular deslocamentos de curta e média distância sem nenhum impacto ambiental, readequação viária e do fluxo de veículos, melhor tratamento para o pedestre. São ações que podem ser consideradas, se tomadas em conjunto, como ideais para o ir e vir das pessoas com qualidade, a tão chamada mobilidade.

E Araraquara, no Interior Paulista, quer se tornar referencial no setor.

A cidade já foi destaque em mobilidade não poluente quando em 1958 foi criada a CTA – Companhia de Tróleibus de Araraquara para operar os ônibus elétricos. O sistema de trólebus parou de operar em 1999, quando havia três linhas somente. Em março de 2000 uma linha foi reativada, mas em novembro do mesmo ano, o sistema de ônibus movidos a eletricidade foi aposentado.

Mesmo sem planos de reativar os trólebus, o que é defendido por vários especialistas, a cidade quer voltar a ser referencial. Para isso, vai realizar um estudo amplo sobre mobilidade.

O estudo será possível por uma parceria oficializada nesta terça-feira, dia 07 de fevereiro de 2012, entre a unidade de São Carlos, também no interior Paulista, da USP (Universidade de São Paulo), e a Prefeitura de Araraquara.

A parceria foi assinada entre o prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri, e o professor titular da USP, Coca Ferraz, especialista em trânsito e transportes.

Avenidas de grande movimento como Sete de Setembro e Henrique Lupo são as mais cotadas para receber os corredores de ônibus e as ciclovias, ambas estruturas que também trazem vantagens ambientais. Nos corredores, os ônibus conseguem fazer mais viagens e com um tempo reduzido, o que deixa o transporte público mais atraente, diminuindo o número de carros nas ruas. Os ônibus também têm um melhor desempenho, não ficando no para e anda dos congestionamentos, e podem ser maiores, o que possibilita a substituição de mais ônibus de porte menor, contribuindo também para a redução da emissão de poluentes.

As ciclovias são apontadas como soluções ideais para deslocamentos sem emissão de poluição e a custos baixos. O estudo prevê a simulação de testes em laboratórios e em campo, envolvendo ônibus, bicicletas e equipamentos de sinalização.

Todo o estudo terá o apoio da Fipai – Fundação para o Incremento da Pesquisa e Aperfeiçoamento Industrial da USP, em São Carlos.

14 de fev de 2012

Direito à Cidade

O Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU) é um grupo de organizações brasileiras que lutam por cidades melhores para todos nós. São movimentos populares, associações de classe, ONGs e instituições de pesquisa que querem promover a Reforma Urbana.
(fonte: http://www.forumreformaurbana.org.br/index.php/plataforma-fnru/o-direito-a-cidade.html)

A plataforma do FNRU é composta por 3 temas: o direito à cidade, a gestão democrática da cidade e a função social da propriedade.

DIREITO À CIDADE
A Plataforma Nacional pelo Direito à Cidade busca fortalecer, neste período eleitoral, a luta pela sustentabilidade urbana, contra a desigualdade e a injustiça social. Entendemos que o Governo Estadual e Federal têm papéis fundamentais para a construção de cidades que garantam os direitos de todos os seus moradores, especialmente das mulheres, crianças, jovens, idosos, negros, homossexuais e portadores de deficiência.

No texto elaborado pelo FNRU, "Direito à Cidade" - cuja versão completa está disponível aqui -, a cidade que queremos precisa atender aos 10 pontos descritos abaixo:

  1. Uma cidade que implemente o "Estatuto da Cidade"
  2. Uma cidade com Gestão Democrática e Participativa
  3. Uma cidade com Desenvolvimento Urbano Sustentável
  4. Uma cidade com Habitação de qualidade para todos
  5. Uma cidade com Saneamento Ambiental para todos
  6. Uma cidade que prioriza o Transporte Público
  7. Uma cidade com Segurança Pública Democrática, baseada nos direitos humanos
  8. Uma cidade com Trabalho e Distribuição de Renda
  9. Uma cidade que apóie a Reforma Agrária
  10. Uma cidade que prioriza seus Recursos para os setores populares

13 de fev de 2012

Exposição virtual: Ferrovias Paulistas

Exposição virtual conta a história das ferrovias paulistas
13/02/2012


O Arquivo Público do Estado de São Paulo lançou a exposição virtual Ferrovias Paulistas, que mostra a trajetória do sistema ferroviário em território paulista desde meados do século 19 até os dias atuais.

A mostra tem como público-alvo professores e estudantes de ensino básico e demais interessados no tema, podendo ser aproveitada no ensino de história. São oferecidas oito sugestões de atividades pedagógicas, entre caça-palavras, palavras cruzadas e exercícios de análise com documentos sobre o tema. O objetivo é incentivar o uso de documentos históricos em sala de aula.

O conteúdo ficará disponível permanentemente no endereço: www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_ferrovias.

Ao todo, 162 documentos foram digitalizados, entre ofícios, requerimentos, fotos, mapas e jornais. Destaque para fotos da primeira estação da Cia Paulista, inaugurada em Rio Claro em 1876, além de imagens de trens para o carregamento de café e para o transporte de imigrantes recém-chegados ao país. Diversos mapas ainda mostram a expansão da malha ferroviária paulista.

Embarque de café no porto de Santos (Dez. 1920) Fonte:  http://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_ferrovias/pdf/MI_ICO_AMP_019_001_021_001.pdf

9 de fev de 2012

Casas são cortadas ao meio para duplicar rodovia...

Carros, mais importante que pessoas, que cidades?...

ESTELITA HASS CARAZZAI
ENVIADA ESPECIAL A FLORIANÓPOLIS

"As casas ao redor da rodovia SC-405, que leva às praias do sul de Florianópolis, ainda estão com o reboco por fazer --mas não porque foram construídas há pouco tempo. 

A fim de aliviar o trânsito na região, o governo catarinense desapropriou parte dos terrenos vizinhos à rodovia para construir uma terceira faixa de rolamento. 

A obra ficou pronta em dezembro e o fluxo melhorou "50 a 60%", segundo os moradores mas algumas casas tiveram que ser "cortadas" pela metade.

O sobrado da família Oliveira, por exemplo, perdeu 30 m² para dar lugar à terceira faixa. Receberam indenização, mas tiveram que demolir e reconstruir os cômodos, 11 metros para trás de onde eram.

Outras 92 casas fizeram o mesmo. Algumas ainda exibem os azulejos e pinturas dos antigos cômodos (...).

Os moradores indenizados reclamam que a rodovia virou "uma via expressa" e que não há espaço para os pedestres. Há carros que passam a até 110 km/h. (clique para ler o texto completo).

Faixa de protesto instalada na beira da SC-405, estrada que liga o centro ao sul da Ilha de Santa Catarina.

Fachada de casa que teve que ser reformada para dar lugar a uma terceira faixa na estrada, que liga o centro ao sul da Ilha de Santa Catarina.

Fachada de casa que teve que ser reformada para dar lugar a uma terceira faixa na estrada, que liga o centro ao sul da Ilha de Santa Catarina.

Fonte das fotos:  http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/6457-casas-sao-cortadas-ao-meio-para-duplicar-rodovia-em-florianopolis#foto-122917  Trânsito na SC-405, estrada que liga o centro ao sul da Ilha de Santa Catarina e que teve uma terceira faixa implantada recentemente.

Obs. nossa: Nas fotos, poluição visual, calçadas inseguras ou inexistentes, ausência de espaços para pedestres, ausência de arborização, imóveis mutilados, execesso de velocidade... Parece que a única e exclusiva necessidade é de espaços para carros...

IPTU Verde - Guarulhos e Botucatu

Guarulhos tem IPTU Verde a partir deste ano de 2012 e Botucatu discute, também no inicio deste ano, a implantação do mesmo. Veja nas reportagens de http://valorecologico.com/ e http://www.acontecebotucatu.com.br/



"A partir de 2012, os proprietários de imóveis que investem em ações sustentáveis terão descontos no IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) em Guarulhos, na Grande São Paulo.

O desconto será de até 20% no imposto para quem implantar duas ou mais das seguintes medidas: uso de aquecimento solar, captação de água de chuva, reuso da água, coleta seletiva de lixo, sistema natural de iluminação, construção com materiais sustentáveis e telhado verde (gramado). Os abatimentos serão de até 5% para os imóveis residenciais (continue lendo aqui)
Fonte: http://valorecologico.com/index.php?option=com_content&view=article&id=633%3Aiptu-verde-sera-implantado-a-partir-de-2012-em-guarulhos-&catid=56%3Acidades&Itemid=1


"Incentivar a preservação ambiental é um dos pilares do conceito moderno de desenvolvimento. Sob essa ótica, o vereador Lelo Pagani (PT) participou de reunião voltada à discussão sobre implantação do chamado IPTU Verde. O projeto tem sido discutido ao longo do processo de construção da Reforma Tributária, em elaboração pelo Executivo local.

Também participaram do encontro, realizado na sexta-feira (6), representantes do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), Comissão do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil (25ª Subseção – Botucatu) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. (continue lendo aqui) 

8 de fev de 2012

Operários recapeiam rua sem remover carros em Piracicaba


Fusca não foi removido durante obra (Foto: Maurício Alexandrino de Souza/ Arquivo Pessoal)
Prefeitura diz ter ficado sabendo de erro nesta terça; trabalho será refeito. Rua ficou com buracos sob carros estacionados.

de 01/02/2012 20h20

"Operários contratados pela Prefeitura de Piracicaba, no interior de São Paulo, não recapearam completamente uma rua da região do Bairro Alto por conta de dois carros que estavam estacionados na via. Por uma falha da prestadora de serviço, os trabalhadores não removeram os veículos e as obras foram concluídas mesmo incompletas.

Nesta quarta-feira (1°), o internauta Maurício Alexandrino de Souza fez fotos da Rua Dom Pedro 2º. Segundo a Prefeitura de Piracicaba, a obra foi executada em setembro de 2011. A administração municipal diz só ter tomado conhecimento do caso nesta terça (31).

Em nota, a Prefeitura admite o erro e afirma que os servidores que fiscalizaram o serviço e a empreiteira contratada foram advertidos. A administração diz também que “nos próximos dias o trabalho de recape será feito”.

Opala no local do recapeamento; ele já foi reposicionado(Foto: Maurício Alexandrino de Souza/ Arquivo Pessoal)
A Prefeitura afirma ainda que a remoção dos veículos foi feita por determinação do prefeito nesta terça. Um dos veículos, um Opala, estava parado no local pelo menos desde a data da obra, porque o motor fundiu. Ele foi realocado para a garagem do proprietário. O segundo, um Fusca, foi estacionado um pouco à frente da falha no piso a pedido da Prefeitura." 







Leia reportagem em: 

7 de fev de 2012

Fotos do Prédio do Matadouro






Prédio do Matadouro em 05 de Janeiro de 2012.
Prédio do Matadouro em 05 de Janeiro de 2012.



Prédio do Matadouro em 05 de Janeiro de 2012.
Prédio do Matadouro em 06 de Junho de 2007.

Kassab cortou pela metade investimentos em transportes

Notícia do blog http://blogpontodeonibus.wordpress.com/ Por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.

Terminal de Ônibus Bandeira, em São Paulo. O Prefeito Gilberto Kassab reduziu praticamente pela metade os investimentos no setor de transportes em todo o ano de 2011 em comparação a 2010. Falta de problemas e falta de dinheiro não foram os motivos. As necessidades na área continuaram grandes e do orçamento para os transportes, 23% não foram usados para nada. As ações mais prejudicadas foram construção de corredores, reforma de terminais de ônibus, conservação de abrigos, repasses para biciletários e até para o Expresso Tiradentes. Foto: Inpauta.

“Transportes” foi a área que mais teve corte de verbas por Kassab. Além de reduzir quase pela metade a verba para o setor, Kassab não usou todo o dinheiro previsto para intervenções na área, mas que já tinha sido liberado.
ADAMO BAZANI – CBN
A cidade de São Paulo tem uma carência significativa na área de transportes. Tudo no município relacionado ao setor precisa ser melhorado: construção de corredores para os ônibus ganharem velocidade e as viagens não serem tão lotadas e demoradas, melhoria nas sinalizações e nas vias, aperfeiçoamento da gestão do trânsito, cada vez mais complicado entre outros motivos pela falta de prioridade aos transportes públicos, renovação de pontos de ônibus e reformas em terminais, muitos que não passam de descampados com plataformas. (continue lendo aqui)

6 de fev de 2012

Pedir tombamento

Segundo o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e o CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) qualquer cidadão pode pedir o tombamento deum bem.


Também é possível pedir tombamento na esfera municipal.




Para saber também "o que é tombamento", "o que pode ser tombado", "como é um processo de tombamento",  "como fazer para pedir um tombamento" e outras questões relacionadas, acesse:

IPHAN: 

CONDEPHAAT:

Livro "Cem Anos de História", sobre a "EMEF Coronel Pinto Ferraz", que contem dados históricos e fotos da Escola e depoimentos de ex-alunos, ex-funcionários e ex-professores.
Por exemplo, em novembro de 2010, o "Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo (Condephaat) tombou 126 escolas construídas entre 1890 e 1930, na Primeira República". Entre elas, a de Dourado (EMEF Senador Carlos José Botelho), a de Ribeirão Bonito (EMEF Coronel Pinto Ferraz), e a de Bocaina (EMEF Dep. Leônidas Pacheco Ferreira).   

2 de fev de 2012

Cidades com selo de energia

A Comunidade Européia, comprometida com as metas de redução do consumo de energia, lançou várias inicativas. Entre elas está a "Directive Européenne PEB" (Diretiva Européia "Eficiência Energética de Edificações").
Fonte: http://www.bruxellesenvironnement.be/
Essa diretiva tem três frentes
  • A regulamentação das obras PEB, que impõe exigências mínimas para construções novas e grandes renovações, em termos de consumo de enregia;
  • A regulamentação do aquecimento PEB, que controla periodicamente os aquecedores e;
  • O certificado PEB, que mede a "eficiência energética" de um  imóvel, seja ele residencial, comercial ou de serviços, público ou privado.


Na Bélgica, o certificado PEB residencial passou a ser obrigatório em 2011, e deve ser apresentado no ato da venda  ou aluguel de um imóvel. 

O certificado PEB equivale ao selo de consumo dos eletrodomésticos. Mas, no caso dos prédios, não se gasta apenas energia elétrica. Por causa do clima frio, muita energia é gasta com aquecimento

Fonte: http://www.bruxellesenvironnement.be/
Esse aquecimento pode ser feito com energia elétrica, gás, carvão, madeira etc. Portanto, o certificado mede a quantidade de kWh/m2/ano e a quantidade de CO2/ano emitida pelo imóvel para aquecê-lo.

O certificado PEB influencia o comportamento das pessoas face ao consumo energético. Como é obrigatório para venda ou aluguel, o interessado no imóvel pode comparar os consumos dos prédios e preferir comprar ou alugar um mais eficiente. Consequentemente, o proprietário investe para reduzir o consumo do seu imóvel, pois ele terá mais valor no mercado.

Assim, aos poucos e em conjunto com outras medidas, as cidades européias reduzem seu consumo de energia

Afinal, o consumo de energia por serviços associados à construção constitue quase 1/3 do consumo energético da União Européia.

Fontes: